20 de dezembro de 2011

camelando.


em vias da entrega do projeto de pesquisa, fruto deste 1º ano vivendo psicologia, 
Marcelo tem me feito doce companhia, distraindo as madrugadas sono a dentro.
Quase impossível não assoviar junto, ignorando os sufocos.

,)

13 de dezembro de 2011

utilidade pública.


Senhor, por que e/ou para que você me deu o cérebro que eu tenho?

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2 horas depois, a resposta Divina:

"A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda." Provérbios 16:18
(humildade Priscila, humildade)



"Vinde,  pois, e arrazoemos, diz o Senhor;
ainda que os vossos pecados sejam como a escarlate,
eles se tornarão brancos como a neve..." Isaías 1:18
(esperança Priscila, esperança)

4 de dezembro de 2011

bornout.


Quem quer falar o que sente não sabe o que há de dizer
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer.
f.Pessoa

29 de novembro de 2011

eu, encantada por essa ideia.

Quero


Quero que todos os dias do ano
todos os dias da vida
de meia em meia hora
de 5 em 5 minutos
me digas:Eu te amo.


Ouvindo-te dizer: Eu te amo,
creio, no momento, que sou amado.
No momento anterior
e no seguinte, 
como sabê-lo?


Quero que me repitas até a exaustão
que me amas que me amas que me amas.
Do contrário evapora-se a amaçao
pois ao não dizer: Eu te amo,
desmentes
apagas
teu amor por mim.


Exijo de ti o perene comunicado.
Não exijo senão isto,
isto sempre, isto cada vez mais.
Quero ser amado por e em tua palavra
nem sei de outra maneira a não ser esta
de reconhecer o dom amoroso,
a perfeita maneira de saber-se amado:
amor na raiz da palavra
e na sua emissão, 
amor
saltando da língua nacional,
amor
feito som
vibração espacial.


No momento em que não me dizes:
Eu te amo
inexoravelmente sei
que deixaste de amar-me,
que nunca me amastes antes.


Se não me disseres urgente repetido
Eu te amoamoamoamoamo,
verdade fulminante que acabas de desentranhar,
eu me precipito no caos,
essa coleção de objetos de não-amor.
c.d.Andrade

9 de novembro de 2011

the best yet in coma.


Fico sem saber separar sentimento e sensação, do lugar nordeste. 
Vira tudo a mesma coisa ouvir, sentir, falar, cantar, experimentar.
Dá uma sustança pra vida que só vendo! 
mesmo que o melhor continue pedindo para que eu não me avexe.


"Sertão é onde o pensamento da gente se forma mais forte do que o poder do lugar." 
dizem que é  de g.Rosa

3 de novembro de 2011

percatas do vô: só elas sabem quanto andaram e o que aprenderam.


Arruma a cangalha na cacunda que a rapadura é doce mas não é mole não
E genipapo no balaio pesa,
Anda, aperta o passo pra chegar ligeiro,
Farinha boa se molhar não presta
Olha lá na curva a chuva no lagedo

Quem foi que te disse que a vida é um mar de rosas?

Rosas têm espinhos, e pedras no caminho
Daqui até a cidade é pra mais de tantas léguas
Firma o passo, segue em frente,
Que essa luta não tem trégua
Fica na beira da estrada quem o fardo não carrega
A granel felicidade não custeia o lavrador
Vamos embora que a jornada é muito longa
E não há mais tempo de chorar por mais ninguém
Lá na feira a gente compra, a gente vende,
A gente pede, até barganha aquilo que comprou
E te prometo que depois no fim de tudo na Quitanda da Esperança
Eu te compro um sonho de açúcar mascavo embrulhado num papel de seda azul

[Só] Pra te consolar ôh
j.Alexandre

30 de outubro de 2011

"paradeiro" ideal.

Fruto de enganos ou de amor
nasço de minha própria contradição
O contorno da boca,
a forma da mão, o jeito de andar
(sonhos e temores incluídos)
virão desses que me formaram.
Mas o que eu traçar no espelho
há de se armar também 
segundo o meu desejo.

Terei meu par de asas 
cujo voo se levanta desses
que me dão a sombra onde eu cresço
- como, debaixo da árvore, 
um caule
e uma flor.
l.Luft

16 de outubro de 2011

medo.


"Temos tanta esperança no começo das coisas. Parece que só temos
 um mundo a se conquistar... não a se perder. 
Dizem que a incapacidade de aceitar a perda é uma forma de insanidade.
 Deve ser verdade. 
Mas, às vezes é a única forma de nos mantermos vivos."
g.Anatomy

29 de setembro de 2011

lembrando.



Os dias tem sido difíceis, mas eles não me deixam esquecer 
a delícia que é viver feliz.

15 de setembro de 2011

tontice.

"Diga aonde você vai que eu vou varrendo... " 

a réplica mais contundente para a pergunta proposta deste blog.

{Huahuahuahuahuahua!! 
eu sou bem bestona geralmente}

14 de setembro de 2011

convenhamos: a vista era mesmo formidável!

 Cada torre um ponto da Paulista

 Atarantada, correndo e me maravilhando com um dos belos pores-do-sol de sexta-feira

Zona 'Lost', digo Leste

 Em paz com Deus

Imagina se fosse uma onda? Por sorte era uma frente fria mesmo

Lá ao longe o Banespão. Antes dele, essas cores incríveis

O mais enxadrista dos prédios 


p.s Para melhor percepção só clicar nas fotos,
capturadas a partir do meu muy distinto celular.

13 de setembro de 2011

sinuoso perrengue.


Pedras no Caminho
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo
e que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? 
Guardo todas, um dia vão construir um castelo...
f.Pessoa
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7 meses inacreditáveis de fatos bons e difícil. 
Dia 7 de Setembro veio a libertação.
Fica o ensinamento.

1 de setembro de 2011

suspensa.



É muito encantamento pra tão pouca idade !! :)

... quanto a mim, é pouca idade pra tantas rusgas e dramas. 
OK! vamos nos ater à beleza 
desse instante acima. Coisa preciosa e linda!

29 de agosto de 2011

feche os olhos. Veja bem!

Lhe voltam os olhos, a boca, o dedo em riste, o sorriso inacreditável, a testa franzida e dizem de tempos em tempos:
- "Você mudou, sabia?"
Recebe-se a informação e invariavelmente se alimenta o viveiro de minhocas nas cabeças criativas ou os ouvidos de um amigo franco camarada. 
- "Foi pra pior? Foi pra melhor?"
(seguido de auto comiseração, desafetos ou reflexões libertadoras).


Hoje eu vi, me vi.
Tinha escrito há um tempo atrás: "Das coisas que mais quero, sentir é a maior delas." 
Hoje, percebo ter me tornado diferente de mim mesma e achei melhor. 


"das coisas que mais quero, crer é a maior delas."



7 de agosto de 2011

coragem, o cão covarde.



Assombro
O amor assusta porque ao nascer já anuncia: posso acabar. Pior: o amor do outro 
pode acabar. Ou nada disso: pode a vida e o dia e as horas serem mais fortes que
qualquer impulso, e o que era um-mais-um torna-se um a um. E o que resta é cada 
um levando como pode o que pulsa em si.
O amor é ter a perder.
Ou não ter nada. É tudo e todo o medo e todos os perigos. Ou nada e paz. Ou nada.
O amor que nasce é assustadoramente amor. O amor que segue sozinho é 
assustadoramente só. Não há meio-termo porque o que o amor quer é coragem, o 
amor quer entrega, o amor sempre quer. Nem sempre é harmonia, nem sempre 
delicadeza. Mas sempre amor. Até não mais. E isso demora.
É maior que nós, o amor. Faz sombra e assusta. Até que se veja dele o seu 
verdadeiro tamanho. A sombra do amor assusta. Até que se entenda que ela é 
sombra e só.
O amor nos pede a escolha: ser do tamanho do medo ou da coragem.
c.Guerra
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Filha,
Dias atrás ouvindo uma musica popular brasileira, ouvi esta linda e poetica frase:
"Ah coração, se apronta pra recomeçar! Ah coração, esquece esse medo de amar de novo!"
Pois é. A vida é um eterno recomeçar e jamais deveriamos ter medo de amar "outra vez".
Beijos,
Papi

{sinto medo pai, confesso.}

3 de agosto de 2011

estrada de Itapecerica, 5859.

Durante cinco anos a última estação da Linha Roxa do metrô foi a referência mais próxima de onde morei. Hoje pouco tempo depois, as vergonhas transformam-se paulatina e orgulhosamente em trunfos de guerra: das batalhas diárias no trânsito do "Morro do S", dos ataques do/ao PCC nas madrugadas, paralelo ao meu comportamento noturno juvenil, da canseira em dias de eleição Jardim Irene acima, dos distantes mais resistentes corações de pai e mãe.

Ali conheci um SUS que funciona. Fiz uso dele, trabalhei por ele e me orgulhei dele do pré-natal ao parto do "afilhado" no Hospital Campo Limpo. Andei sem medo do jeito que sempre fui, em tantos Jardins quanto for possível enumerar. Encontrei o melhor, o mais improvável e menos ganancioso cabelereiro, de quem continuo cliente. Fui furtada uma vez, atacada nunca. Na lista das compras no cartão de crédito lia-se: material de construção, carne e gasolina. Na certa era final de semana pra bater a laje e fazer churrasco no puxadinho. Vi gente considerar Santo Amaro o centro de São Paulo. 

Ouvi de mortes, drogas e tragédias. Quermesses e funk tornaram-se rotina de um mundo sem fones de ouvido. Tratei com cautela meu gosto musical, valores, crenças e idéias. Continuo preferindo outros rítmos e acreditando no que me foi ensinado anteriormente a esse contexto. Fiz e refiz amigos pra vida inteira.

Mano Brow, ONGs, becos, CEUs, HIP HOP, Gente Muda, a casa do Victor, mulequinho que aprendi a amar tornaram-se chegados, tudo comunidade, tudo 1daSul. Enfim, pegar o ônibus errado deixou de ser questão preocupante, só o "mano" que a língua custa se desvencilhar. Com alegria, da ponte João Dias em diante aprendi de um Deus misericordioso, de mim mesma e do outro. Aprendi a profissão da minha vida! 

E o Capão Redondo perdendo em muitos aspéctos, tornou-se dádiva. Não que tudo isso por si só tenha mais brilho, não! É que por lá o ar é bem mais limpo do que por aqui no Elevado Costa e Silva.


2 de agosto de 2011

3 de julho de 2011

singrando 7 mares.


Everyone has oceans to fly,
as long as you have the heart to do it.
Is it reckless? Maybe.
But what do dreams known of boundaries?
:)

25 de junho de 2011

quando se vê pelo lado certo muda-se logo a expressão do rosto.

Vem comigo nesse raciocínio:

* 1986 - Com 1 mês de nascida, viagem de iniciação à vida nômade, fomos furtados. Levaram só o meu enxoval. Sobrou a frauda do corpo. Ouquei!
* 1986 - Nossa casa foi arrombada. O ladrão, puto, percebendo que éramos mais pobres do que ele, não levou nada. Quebrou e inutilizou o que viu pela frente. Requintes de crueldade foram percebidos no vestido de noiva da mamãe, rasgado.
{1986 foi um grande ano! Até o cometa Halley passou por aqui.}
* 2002 - A profissão do meu pai nos fez dá um pulo no mapa [Itabuna|BA - Campo Grande|MS]. Não tivemos mudança pra desarrumar. Ufa!! Deu pra trazer a casinha de boneca (lembrança da infância), uma mesinha antiga e os livros. O resto é resto.
* 2007 - A manhã parecia tranqüila até virem avisar do incêndio. Todo o meu quarto no internato foi consumido. 
{O negócio meus caros, é pensar com carinho na roupa que você sai de casa. Mais cedo ou mais tarde, vai lhe restar a roupa do corpo. #ficadica}
* 2011 - Levanta a mão quem já perdeu tudo o que era possível num HD. Faculdade completa, TCC, fotos impagáveis... Calma! Ainda bem que a tecnologia tá aí pra prestar aquele serviço, né não? No processo mais primitivo que já tive notícia, o pobre aparelho foi do congelador ao microondas (prometo) inúmeras vezes. Radiante, acesso o quase nada que se salvou. Sabe aquela pasta que só o subconsciente do seu computador sabia que tinha? Pois então...
(silêncio de elevador) 
"N-Ã-O, na moral!!! HauhauHauhauHauhau" {freak}
* Hoje, sinto-me abençoada. Você não? 
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A gente planeja muita coisa na vida. 
Perde muitas outras.
Algumas dão só a impressão de que foram perdidas. 
Planejam até o nosso nascimento, e do que tem vindo depois disso 
tô rindo até hoje. Chorar é que não vou!

Tá aí a prova. 


21 de junho de 2011

aparentemente.

Durante a procura a gente pode até ter dúvida, mas quando encontra
 é só a certeza que manda no coração.

3 de junho de 2011

lambretta.


Alguém por favor não me deixa esquecer de comprar uma dessa 
assim que eu tiver um dinheiro sobrando? 
'Agradicida'.

10 de maio de 2011

aspiração: Chronos +25!


Naquela velha mania de querer usar as coisas que as mães usam, meu sonho era poder dividir com a minha seus cosméticos anti sinais. 
Só que eu simplesmente nunca havia pensado que para tanto era preciso viver 25 anos, 
que são muitos anos diga-se de passagem! õ.O (pavor
Parece que agora não só vou precisar pensar na minha idade avançada, (Hahaha! rindo de nervoso
como usar cremes estranhos também.
Mas o que não é a vida com humor, que tem validade pra todas as idades?
Esse é o meu pedido hoje: Leveza, humor.
Anyway, quero contar de 20 e 5 coisas que me fazem feliz. 
Creio que essa vai ser a única vez que faço isso de listar coisas em equivalência 
aos anos de vida, porque vai ficar meio que infindável de ler daqui a alguns anos, benza Deus!


0.0 Massinha de modelar, bambolê, peão, perna de pau, quebra-queixo, recorte e cole, cama elástica, bola de sabão com "canudinho" de folha de mamoeiro, história sem desenho 
0.1 Jambo, umbu, tamarindo, suco de cacau, colar de licurí, nata de leite, doce de jenipapo, cuscuz de tapioca, muqueca de peixe, sopa doce, bala de cupuaçu ... quer que eu continue?
0.2 Banho demorado com as luzes apagadas
0.3 Morder o joelho da minha mãe
0.4 Gente de pensamento ágio
0.5 Poesia [em todas as suas formas]
0.6 Amizades libertadoras
0.7 Música clássica
0.8 Vibração de quem descobre Jesus
0.9 Apertar barrigas e braços gordinhos [dos outros, claro]
1.0 Voltar do trabalho com o coração leve e satisfeito
1.1 All star e  moletom canguru
1.2 Leituras psicológicas incríveis
1.3 Esnobar coca-cola
1.4 Gente sem frescura, meio besta
1.5 Cachorros grandes e gordos [sim, eu tenho uma queda por coisas gordas]
1.6 Certeza do advento do Senhor
1.7 Dar conta dos recados
1.8 Homem com barba de 30 e tantos dias
1.9 Praia com piscinas naturais
2.0 Risos de qualidade
2.1 Futebol arte
2.2 Revogar hierarquias por meio da franca afeição 
2.3 Arte nata, digo artesanato e tudo que se possa fazer com as próprias mãos
2.4 Miniaturas e detalhes
2.5 Antonio, Robelícia e Emanuel.


para os 2.6 uma miragem: 
"...sol quente. Enfiada numa botina e calças largas ela anda ligeira. Numa mão leva a mão de uma criança local, na outra um aceno efusivo pro grupo que espera atendimento comunitário sob a melhor sombra do campo missionário!"

26 de abril de 2011

sem espaço.



"o abraço não tem efeitos colaterais." 
Lady Di

"Nos abraços, tudo fica então suspenso: o tempo, a lei, o interdito.
nada se esgota, nada se quer.
Todos os desejos são abolidos porque parecem definitivamente satisfeitos."
r.Barthes

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verdadeiro ou não, o abraço é o tudo que jamais se pensou.

24 de abril de 2011

campo grande - mato grosso do Sul.






18.04.11
01h29´

Passei o dia enrolando para arrumar as malas, criando mil desculpas para mim mesma que explique essa preguiça ‘incrustada’ no couro.
Percebo, como tantas outras experiências de viagem já me ensinaram, 
que gosto de deixar tudo para cima da hora. 
São anos vivendo de malas, mochilas, tranqueiras, rodoviária, check in e infindas decisões acerca do que levar e o que deixar.
Não estou com sono, estou diferente apenas, já que a mente se ocupou durante todas as horas do dia fazendo inúmeras suposições acerca de lugares, pessoas, situações, emoções, risos, 
conversas, prazeres que a ida pra casa poderão me proporcionar.
É bem verdade que as surpresas vão continuar me pegando de sobressalto. 
Que bom, não?! ,)
Olhando para minha mala dessa vez e para os itens que escolhi, entendi que tudo de mais inesperado que uma viagem reserva 
depende muitíssimo da maneira como se vai. 
Esperar muito é se surpreender descobrindo mais. 
Mais acerca do outro e conseqüentemente acerca de você mesmo.
{Quem diria que fazer as malas se tornaria praticamente uma filosofia de vida? hehe}
Cada parte desse novo dia que começa e que desejo terminar na minha casa, ouvindo minha mãe conversar, dormindo lado a lado com meu irmão menor, fazendo cócegas na pseudo careca do papai, 
já vem deixando de ser sonhada para ser realizada.
Vou para casa torcendo pelas surpresas e a melhor delas é que não quis de maneira alguma deixar aqui algo significativo:
levo as chaves de casa, que meu pai fez questão de me fazer uma cópia, 
mesmo eu não morando lá durante o ano.
 Reconheci a chave do portão. 
Só não distingo qual das outras tão parecidas, é a da porta do ap.
Como entrar? 
...
É bom voltar para casa e certamente esse coração forasteiro espera que um dia 
aconteça uma volta definitiva.
01h43´

p.s: a vista do Morro no Ernesto foi um precioso presente!