1 de setembro de 2011

suspensa.



É muito encantamento pra tão pouca idade !! :)

... quanto a mim, é pouca idade pra tantas rusgas e dramas. 
OK! vamos nos ater à beleza 
desse instante acima. Coisa preciosa e linda!

29 de agosto de 2011

feche os olhos. Veja bem!

Lhe voltam os olhos, a boca, o dedo em riste, o sorriso inacreditável, a testa franzida e dizem de tempos em tempos:
- "Você mudou, sabia?"
Recebe-se a informação e invariavelmente se alimenta o viveiro de minhocas nas cabeças criativas ou os ouvidos de um amigo franco camarada. 
- "Foi pra pior? Foi pra melhor?"
(seguido de auto comiseração, desafetos ou reflexões libertadoras).


Hoje eu vi, me vi.
Tinha escrito há um tempo atrás: "Das coisas que mais quero, sentir é a maior delas." 
Hoje, percebo ter me tornado diferente de mim mesma e achei melhor. 


"das coisas que mais quero, crer é a maior delas."



7 de agosto de 2011

coragem, o cão covarde.



Assombro
O amor assusta porque ao nascer já anuncia: posso acabar. Pior: o amor do outro 
pode acabar. Ou nada disso: pode a vida e o dia e as horas serem mais fortes que
qualquer impulso, e o que era um-mais-um torna-se um a um. E o que resta é cada 
um levando como pode o que pulsa em si.
O amor é ter a perder.
Ou não ter nada. É tudo e todo o medo e todos os perigos. Ou nada e paz. Ou nada.
O amor que nasce é assustadoramente amor. O amor que segue sozinho é 
assustadoramente só. Não há meio-termo porque o que o amor quer é coragem, o 
amor quer entrega, o amor sempre quer. Nem sempre é harmonia, nem sempre 
delicadeza. Mas sempre amor. Até não mais. E isso demora.
É maior que nós, o amor. Faz sombra e assusta. Até que se veja dele o seu 
verdadeiro tamanho. A sombra do amor assusta. Até que se entenda que ela é 
sombra e só.
O amor nos pede a escolha: ser do tamanho do medo ou da coragem.
c.Guerra
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Filha,
Dias atrás ouvindo uma musica popular brasileira, ouvi esta linda e poetica frase:
"Ah coração, se apronta pra recomeçar! Ah coração, esquece esse medo de amar de novo!"
Pois é. A vida é um eterno recomeçar e jamais deveriamos ter medo de amar "outra vez".
Beijos,
Papi

{sinto medo pai, confesso.}

3 de agosto de 2011

estrada de Itapecerica, 5859.

Durante cinco anos a última estação da Linha Roxa do metrô foi a referência mais próxima de onde morei. Hoje pouco tempo depois, as vergonhas transformam-se paulatina e orgulhosamente em trunfos de guerra: das batalhas diárias no trânsito do "Morro do S", dos ataques do/ao PCC nas madrugadas, paralelo ao meu comportamento noturno juvenil, da canseira em dias de eleição Jardim Irene acima, dos distantes mais resistentes corações de pai e mãe.

Ali conheci um SUS que funciona. Fiz uso dele, trabalhei por ele e me orgulhei dele do pré-natal ao parto do "afilhado" no Hospital Campo Limpo. Andei sem medo do jeito que sempre fui, em tantos Jardins quanto for possível enumerar. Encontrei o melhor, o mais improvável e menos ganancioso cabelereiro, de quem continuo cliente. Fui furtada uma vez, atacada nunca. Na lista das compras no cartão de crédito lia-se: material de construção, carne e gasolina. Na certa era final de semana pra bater a laje e fazer churrasco no puxadinho. Vi gente considerar Santo Amaro o centro de São Paulo. 

Ouvi de mortes, drogas e tragédias. Quermesses e funk tornaram-se rotina de um mundo sem fones de ouvido. Tratei com cautela meu gosto musical, valores, crenças e idéias. Continuo preferindo outros rítmos e acreditando no que me foi ensinado anteriormente a esse contexto. Fiz e refiz amigos pra vida inteira.

Mano Brow, ONGs, becos, CEUs, HIP HOP, Gente Muda, a casa do Victor, mulequinho que aprendi a amar tornaram-se chegados, tudo comunidade, tudo 1daSul. Enfim, pegar o ônibus errado deixou de ser questão preocupante, só o "mano" que a língua custa se desvencilhar. Com alegria, da ponte João Dias em diante aprendi de um Deus misericordioso, de mim mesma e do outro. Aprendi a profissão da minha vida! 

E o Capão Redondo perdendo em muitos aspéctos, tornou-se dádiva. Não que tudo isso por si só tenha mais brilho, não! É que por lá o ar é bem mais limpo do que por aqui no Elevado Costa e Silva.


2 de agosto de 2011

3 de julho de 2011

singrando 7 mares.


Everyone has oceans to fly,
as long as you have the heart to do it.
Is it reckless? Maybe.
But what do dreams known of boundaries?
:)

25 de junho de 2011

quando se vê pelo lado certo muda-se logo a expressão do rosto.

Vem comigo nesse raciocínio:

* 1986 - Com 1 mês de nascida, viagem de iniciação à vida nômade, fomos furtados. Levaram só o meu enxoval. Sobrou a frauda do corpo. Ouquei!
* 1986 - Nossa casa foi arrombada. O ladrão, puto, percebendo que éramos mais pobres do que ele, não levou nada. Quebrou e inutilizou o que viu pela frente. Requintes de crueldade foram percebidos no vestido de noiva da mamãe, rasgado.
{1986 foi um grande ano! Até o cometa Halley passou por aqui.}
* 2002 - A profissão do meu pai nos fez dá um pulo no mapa [Itabuna|BA - Campo Grande|MS]. Não tivemos mudança pra desarrumar. Ufa!! Deu pra trazer a casinha de boneca (lembrança da infância), uma mesinha antiga e os livros. O resto é resto.
* 2007 - A manhã parecia tranqüila até virem avisar do incêndio. Todo o meu quarto no internato foi consumido. 
{O negócio meus caros, é pensar com carinho na roupa que você sai de casa. Mais cedo ou mais tarde, vai lhe restar a roupa do corpo. #ficadica}
* 2011 - Levanta a mão quem já perdeu tudo o que era possível num HD. Faculdade completa, TCC, fotos impagáveis... Calma! Ainda bem que a tecnologia tá aí pra prestar aquele serviço, né não? No processo mais primitivo que já tive notícia, o pobre aparelho foi do congelador ao microondas (prometo) inúmeras vezes. Radiante, acesso o quase nada que se salvou. Sabe aquela pasta que só o subconsciente do seu computador sabia que tinha? Pois então...
(silêncio de elevador) 
"N-Ã-O, na moral!!! HauhauHauhauHauhau" {freak}
* Hoje, sinto-me abençoada. Você não? 
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A gente planeja muita coisa na vida. 
Perde muitas outras.
Algumas dão só a impressão de que foram perdidas. 
Planejam até o nosso nascimento, e do que tem vindo depois disso 
tô rindo até hoje. Chorar é que não vou!

Tá aí a prova. 


21 de junho de 2011

aparentemente.

Durante a procura a gente pode até ter dúvida, mas quando encontra
 é só a certeza que manda no coração.

3 de junho de 2011

lambretta.


Alguém por favor não me deixa esquecer de comprar uma dessa 
assim que eu tiver um dinheiro sobrando? 
'Agradicida'.